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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Onde Está Deus Quando Sofremos?

Quando seis milhões de homens, mulheres e crianças judeus pereceram nos campos de extermínio nazista entre 1933 e 1945, deixaram atrás de si um enorme vazio no mundo. Era como se uma civilização inteira tivesse sido perdida. Muitas das pessoas mais brilhantes e talentosas da Europa desapareceram em fornos e câmaras de gás e fogueiras. Tantas famílias dizimadas. Tantas esperanças e sonhos interrompidos. Tantas promessas que nunca se cumpririam. Nada poderia preencher este enorme vazio.
Milhões de sobreviventes olhavam para o holocausto e viam uma mãe, um pai, uma criança, uma tia, um avô que lhes fora tirado. Entes queridos insubstituíveis haviam sido consumidos. E este enorme vácuo também fez surgir uma pergunta, uma indagação inevitável: Onde estava Deus quando os nazistas estavam fazendo isto? Onde estava Deus o Pai? Ele não sabia o que estava sendo feito a Seus filhos?
Os nazistas mostraram onde a maldade e a crueldade humana podem chegar e isto destruiu a fé de muitos. O vazio era grande demais. Não parecia haver forma de preenche-lo. O que podemos fazer em face de uma calamidade tão grande? Os arquivos centrais do Memorial Yad Vashem, documentam as atrocidades dos nazistas em detalhes aterradores. As fotografias exibidas no memorial têm um poderoso impacto emocional sobre os visitantes. Há uma, em particular, que eu nunca vou esquecer. Mostra só um soldado da SS, apontando um longo rifle para a cabeça de uma mulher a alguns passos de distância. Ele está prestes a atirar. A mulher está levemente inclinada, como se esperando o golpe. Ela está inclinada sobre uma criancinha agarrada ao seu peito. Só um soldado. Uma mãe. Uma criança. Mas o horror e o sangue frio daquele momento, o ultraje que representa aquela fotografia, fala muito sobre a tragédia do holocausto.
O que você faz em face de tão grande calamidade? Onde está Deus no meio de tanto sofrimento? Por que Ele permitiu? Por que aquelas pessoas tiveram que morrer? Por que aquela mãe? Por que aquela criança? O próprio Jesus certa vez fez estas perguntas. As pessoas lhe mostraram o sofrimento humano e perguntaram, por quê? Um incidente está registrado em Lucas, capítulo 13. Alguém veio a Jesus e lhe contou sobre uma tragédia. O governador romano, Pilatos, havia assassinado um grupo de judeus galileus que estavam oferecendo sacrifícios a Deus. Como se poderia explicar tal coisa? Jesus, antes de tudo, queria deixar claro uma coisa. Veja qual foi sua resposta em Lucas 13:2 e 3: “Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem padecido estas coisas? Não eram, eu vo-lo afirmo; se porém não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.” A sabedoria comum dizia que as coisas ruins aconteciam às pessoas ruins. Mas será que é sempre verdade que as coisas ruins acontecem sempre a pessoas ruins?
Quando ocorre uma calamidade, é por que alguém pecou? Jesus disse: “Não, não é bem assim.” Não podemos dizer que as pessoas que sofrem tragédias as merecem. Não podemos supor que essas pessoas são mais pecadoras que as outras não atingidas pelos infortúnios. Todos nós somos pecadores. Todos nós necessitamos de redenção.
Em outra ocasião, Jesus passou por um homem que nascera cego. Seus discípulos lhe perguntaram: “Mestre, quem pecou, este homem ou seus pais?” Eles achavam que devia haver uma razão para aquela tragédia, uma razão para aquele pobre homem nunca ter visto a luz do dia. Mas Jesus respondeu com estas palavras de João 9:3: “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus.” Jesus estava dizendo que não se pode responder o “porquê” do sofrimento humano tão facilmente. As tragédias que acontecem a uma pessoa não resultam de um pecado específico. Há pessoas que perguntam continuamente: “Por que, Senhor, por que isto aconteceu? Por que meu filho nasceu com um defeito? Por que meu marido me abandonou? Por que meu filho morreu num acidente de carro? Por que meu vizinho morreu de câncer? Por que, por que, por que? A Bíblia não responde a pergunta “por que,” mas nos diz “quem”. O mundo inteiro está sofrendo a tragédia da separação de Deus. O mundo inteiro está devastado pelo pecado. Sim, às vezes trazemos sobre nós mesmos certas tragédias. Mas nunca podemos apontar o dedo a outros e dizer que coisas ruins acontecem só a pessoas ruins. Nunca podemos apontar o dedo às vítimas do holocausto e dizer que, de alguma forma, eles eram piores que nós. Mas o que podemos dizer? Como podemos reagir ao sofrimento humano, a este enorme vazio que há no mundo?
Bem, Jesus concentrou a atenção naquilo que Deus pode fazer como resultado da tragédia. Olhando para o cego, Ele disse que Deus poderia fazer alguma coisa; Ele poderia mostrar Suas obras; Ele poderia tirar algo de bom daquilo que era ruim. Jesus não nos dá respostas a perguntas específicas sobre o sofrimento. Não sabemos porque a casa daquela família incendiou-se. Não sabemos porque aquela amorosa mãe tem câncer. Não sabemos porque aquelas crianças morreram num acidente de carro. Não temos razões específicas. Acho que ninguém é capaz de responder estas perguntas por enquanto. Mas Jesus nos dá uma resposta à pergunta: “Onde está Deus quando sofremos?” Sabemos que Alguém se importa com o nosso sofrimento.
No Memorial Yad Vashem, na Colina da Lembrança, foram erigidas várias estátuas. São expressões muito fortes da tristeza e angústia humanas. O que as pessoas que esculpiram aquelas figuras estavam tentando dizer? Acho que estavam dizendo algo muito importante: “Sinto muito. Sinto pela tragédia que você sofreu.” As vítimas do holocausto sentiram-se muito isoladas naqueles campos de concentração. A experiência foi tão horrível, que era mais do que um ser humano poderia compreender. Será que alguém seria capaz de entender o que eles sofreram? O Yad Vashem é um gesto que diz: “Sim, sim, nós entendemos um pouco a sua dor. Queremos compreender. Não queremos que sintam-se sozinhos.” Agora quero que você pense sobre um memorial diferente, um símbolo diferente. A cruz de Cristo. O que isto lhe diz? O que isto diz sobre o sofrimento? Leia o que diz Isaías 53:4 e 5: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si… Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”
Na cruz, Cristo tomou sobre Si nossas tristezas e piores aflições. Ele tomou o sofrimento humano. Ele carregou em Seu corpo as conseqüências dos pecados do mundo. É por isto que Ele pode nos salvar. Mas também é por isto que Ele pode nos compreender completamente. Jesus nos oferece mais que simpatia na dor. Ele está lá, sofrendo conosco. Ele sente tudo que sentimos. Quando Ele diz: “Você não está sozinho.” É porque Ele já passou por isso. Assim, a resposta à pergunta: “Onde está Deus quando sofremos?” é esta: Deus está conosco, sofrendo conosco. Não está olhando à distância. Ele está aqui, do nosso lado. Cristo sofreu. Ele sofreu mais que qualquer ser humano jamais sofrerá. E este fato dá um significado especial a uma promessa como esta que está em Salmos 139:8 e 10: “Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também… ainda lá me haverá de guiar tua mão, e a tua destra me susterá.” Onde está Deus quando sofremos? Ele está aqui conosco, mesmo no meio das mais profundas trevas. Mas há mais, muito mais que Deus faz por nós em meio à calamidade. O Memorial Yad Vashem tem uma forma muito especial de homenagear aqueles que morreram nas mãos dos nazistas. Yad Vashem significa “um monumento e um nome.” Refere-se a algo que Deus disse através do profeta Isaías. Ele estava falando a um grupo de indivíduos que estavam com medo de serem separados do povo de Deus, dos escolhidos. Isto é o que lemos em Isaías 56:4 e 5: “Porque assim diz o Senhor: … darei na minha casa e dentro dos meus muros, um memorial e um nome melhor que filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará.” Yad Vashem cria um lugar e um nome. A colina na qual foi construído chama-se Colina da Lembrança. É uma forma de lembrar.
É isto que as pessoas têm feito ali para superar esta ultrajante crueldade humana. Eles juraram preservar os nomes das vítimas. Isto acontece especificamente no Pátio dos Nomes. A identidade de mais de dois milhões de judeus assassinados estão gravadas neste lugar. Detalhes vêm dos parentes dos mortos. Tragicamente, muitas famílias inteiras desapareceram. Não sobrou ninguém para lançar seus nomes nos registros. Não sobrou ninguém para lembrar deles. Mas o Yad Vashem tenta preservar quantos nomes for possível. É uma tentativa de acender algumas velas no meio da vasta escuridão do holocausto. É uma tentativa de levar conforto àqueles que perderam tanto. Este memorial é um reflexo de algo que Deus faz em resposta ao nosso sofrimento. Deus diz: “Nunca esquecerei o que você passou. Vou lembrar sempre. E preservarei sua identidade.” Isaías, no capítulo 49, descreve um momento em que o povo de Israel tinha passado por calamidades e temiam que Deus os tivesse esquecido e os abandonado. Esta foi a resposta de Deus, dada através do profeta Isaías, no capítulo 49, versos 15 e 16. “Acaso pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti. Eis que nas palmas das minhas mãos te gravei…” O que esta linda passagem sugere? Que, de certa forma o nome dos seguidores de Deus estão escritos nas palmas de Suas mãos. Ele nunca os esquecerá.
No livro de Apocalipse, Deus promete a Seus fiéis que nunca apagará seus nomes do Livro da Vida, e que reconhecerá seus nomes diante do Pai. (Apocalipse 3:5) É assim que Deus nos conforta em nosso sofrimento. Ele diz, “Nunca o esquecerei. Preservarei sua identidade através dos problemas. Seu nome está escrito na palma da Minha mão.” É por isto que Ele é chamado o Deus que nos consola. É por isto que Ele pode nos apoiar mesmo nas maiores calamidades. Uma cristã russa de 24 anos, chamada Luba, precisava muito de consolo em 1983. Ela fora condenada a trabalhos forçados no temido Gulag Soviético. Era um mundo duro e brutal, tão diferente da vida idealista que esta jovem bonita tinha antes. Ela chegara ao limite do sofrimento humano. Então Luba pediu a Deus para lhe fazer companhia. Ela pediu-Lhe especificamente para ajuda-la a encontrar outro cristão no campo de concentração. Alguns dias mais tarde foi apresentada a Maria, uma mulher mais velha que tinha o mesmo amor por Jesus. Logo, elas estavam reunindo-se no pátio da prisão, compartilhando partes da Bíblia, orando juntas e, às vezes, cantando bem baixinho. Elas até conseguiram realizar cultos secretos no campo. Sempre que uma delas recebia uma carta, liam-na juntas, regozijando-se em cada notícia enviada por entes queridos. Luba e Maria amavam a comunhão que tinham no Gulag, era como se fosse um pedacinho do céu naquele lugar horrível. Mas chegou o dia em que Maria foi libertada. A jovem Luba ficou sozinha. No início sentiu muito a ausência da amiga. Mas, depois, começou a conversar com Deus sozinha, no pátio da prisão, quando ia e voltava do trabalho. Ela sentiu Sua presença mais intensamente do que antes. Ele estava lá ao seu lado. Luba, depois de três anos na prisão, explicou esta experiência da seguinte forma: “Eu falava com Deus, em meu coração, o tempo todo e pensava, ‘Que bom é poder estar com Deus, e sentir-me tranqüila e livre, mesmo aqui no campo!’ Não há palavras para descrever o que experimentei. O Senhor chega tão perto de nós nestas situações.”
Sim, amigo, Deus estava bem perto de Luba naquele campo de concentração. Onde está Deus quando sofremos? Ele está perto, dando-nos conforto. Ele está do nosso lado para ajudar-nos a superar os problemas. Quando Jesus esteve nesta terra, passou a maior parte do tempo aliviando o sofrimento humano, curando os doentes, os aleijados, os que tinham distúrbios emocionais. Ele ainda faz isto hoje.
No pátio do Yad Vashem, onde as cerimônias do Dia da Memória são realizadas em homenagem aos mortos, há o relevo chamado “A Rebelião do Gueto, a Última Marcha.” Nesse local, cada árvore de alfarroba plantada tem o nome de alguém que arriscou a própria vida para ajudar os judeus durante o regime nazista. Israel deu a esses indivíduos um título honroso muito especial. Cada um deles é: “Um dos Justos.” O pesadelo nazista não apenas mostrou o pior que seres humanos podem fazer uns contra os outros, mas também inspirou extraordinários atos de heroísmo e altruísmo. Essas árvores representam algumas histórias notáveis. Uma delas ocorreu na pequena vila francesa de Le Chambon. Num sábado à noite do verão de 1942, motos de policiais chegaram à praça central fazendo muito barulho. Os Vichi finalmente tinham chegado. Era a polícia francesa atuando sob as ordens dos nazistas. Tinham vindo buscar os judeus que acreditavam estar escondidos lá. O chefe da polícia interrogou um pastor chamado Andre Trocme. Ele exigiu que o pastor lhe desse nomes e endereços de judeus na vizinhança. O pastor disse que não sabia estes nomes. E realmente estava dizendo a verdade. As pessoas que ele estava escondendo tinham todas documentos de identidade falsos. O pastor disse que não era seu papel como pastor trair suas ovelhas. O chefe de polícia gritou ameaças, disse ao pastor que a resistência era inútil, e afastou-se. Imediatamente, o pastor foi para casa e começou a ligar para os jovens líderes de classes bíblicas que ele organizara. Estes jovens eram a chave de sua rede secreta. Ele os enviou para as fazendas onde os judeus estavam se escondendo para avisá-los que fugissem para as florestas durante a noite, pois os Vichi estariam fazendo uma busca. No dia seguinte, um domingo, a igreja do pastor Trocme estava lotada com os cidadãos de Le Chambon. A atmosfera era tensa, o povo estava nervoso, estavam preocupados e ansiosos. Eles se perguntavam o que os Vichi poderiam fazer contra eles por esconderem e protegerem judeus. Vieram ao culto para receber forças de Deus. Cantaram hinos e, enquanto o faziam, a polícia conduzia buscas de casa em casa. Então o pastor levantou-se para pregar. Ele disse ao rebanho que era mais importante obedecer a Deus. Ele lhes disse que a autoridade humana, quando desafiava a lei de Deus, não tinha jurisdição sobre eles. Lembrou-lhes, também, das palavras de Pedro em Atos 5: “Mais importa obedecer a Deus que aos homens.” Ele lembrou-lhes dos discípulos que desafiaram a autoridade de César. E finalmente lembrou o povo de que sua vila se tornara “uma cidade de refúgio”. O pastor Trocme tinha lido sobre esta idéia no livro de Deuteronômio. Deus ordenou que certas cidades de refúgio fossem estabelecidas em Israel. Se alguém fosse condenado à morte, por exemplo, mas nada fosse provado, poderiam se proteger nestas cidades de refúgio. Estes eram lugares onde um indivíduo acusado de um crime poderia estar seguro. Eram lugares onde os que buscavam vingança não podiam entrar. Os inocentes eram protegidos. Deus separou tais cidades, disse o pastor, para que “menos sangue seja derramado em tua terra.”
O pastor Trocme acreditava que Le Chambon se tornaria um lugar assim em meio à perseguição nazista. E as pessoas sentadas naqueles bancos, fazendeiros, comerciantes e artesãos aceitaram o desafio. Recusaram-se a entregar os judeus às autoridades. Nos dias que se seguiram, os Vichi fizeram cada vez mais pressão. Queriam nomes. Queriam descobrir os esconderijos. A Gestapo também tentava retirar os judeus dali. Queriam encontra-los de qualquer maneira. Mas o povo de Le Chambon não os entregava. Nunca os entregaram. Durante toda a duração da guerra, Le Chambon permaneceu o lugar mais seguro para os judeus entre todas as cidades ocupadas da França. Tornou-se realmente uma cidade refúgio. Os cidadãos de Le Chambon nunca haviam se destacado em nada. Eram pessoas comuns, apenas ganhando a vida. Nenhum deles jamais pensou em fazer algo heróico. Mas na época de grandes trevas, eles foram inspirados a criar algo bom e bonito. Foram tocados de forma a imitar o Deus que criou as cidades refúgio para aqueles que corriam perigo; e fizeram isto com risco de suas vidas.
Amigos, Deus está ativo no resgate de pessoas. Sim, a crueldade humana joga uma profunda sombra. Às vezes chega quase a destruir nossa fé em Deus. Mas Deus está sempre alerta, criando coisas boas a partir do mal, criando bênçãos a partir de tragédias, transformando o sofrimento em alegria. Na verdade, temos Sua promessa a este respeito. Paulo nos assegura em Romanos 8, verso 28: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Todas as coisas contribuem para o bem. Mas nem todas as coisas são o bem. Às vezes, coisas terríveis acontecem a gente boa, coisas malignas, horríveis tragédias, calamidades sobrevêm ao povo de Deus. Nunca podemos apontar o dedo a alguém e dizer que aqueles que sofrem mais são piores, mais pecadores do que aqueles que sofrem menos. Vivemos num mundo desfigurado pelo pecado. Podemos, entretanto, saber que Deus está trabalhando, que Ele pode mudar qualquer circunstância e torna-la positiva, algo bom, para aqueles que O amam.
Onde está Deus quando sofremos? Está bem aqui, transformando o mal em bem. Lembro-me da primeira vez que estive em Auchwitz, na Alemanha. Ali eu me perguntei: “Deus, onde estavas quando seis milhões de judeus morreram?” E lembro-me de ter entrado na cela 1412, e ali, esculpida na parede, estava uma cruz com um desenho de Cristo morrendo. Algum prisioneiro solitário a havia desenhado ali, e sob a cruz escrevera: “Deus esteve aqui.” E esteve mesmo, pois Deus está presente no sofrimento. Neste mundo, porém, não temos todas as respostas para os “por quês” do sofrimento humano. Mas podemos falar sobre uma pessoa que está ao nosso lado. Podemos ter certeza de que Deus sente nossa dor. Podemos saber que Deus nos dá consolo. Podemos saber que Deus alivia o sofrimento e transforma o mal em bênçãos. Sim, podemos Ter esta certeza pelo que Cristo fez por nós. Por quê? Porque Cristo sofreu. Porque Cristo aliviou o sofrimento. Porque Cristo deu sentido ao sofrimento. Ele o fez na cruz. Ele o fez através de Seu ministério nesta Terra. Ele o faz agora, amigo.
Você já sentiu o toque deste compassivo Cristo em meio a seus sofrimentos? Você já experimentou Seu consolo? Ou parece que você está sozinho no escuro? Talvez você tenha perdido um filho e parece não haver consolo ou um fim para sua tristeza. Talvez você esteja lutando contra uma doença que não quer sarar. Talvez sua família tenha se desintegrado. As pessoas tentam consolar, tentam anima-lo. Mas suas palavras não têm efeito. Eles não compreendem a situação. Você está certo. Há só uma pessoa que entende completamente. Existe só uma pessoa que realmente sente tudo que você sente: Jesus Cristo. Ele é o Único que pode lhe ajudar a superar os momentos de trevas. Ele é o Único que pode lhe trazer a luz de novo. Você pode começar este caminho agora, enquanto oramos. Entregue-Lhe sua tristeza. Entregue-Lhe sua dor. Entregue-Lhe sua mágoa. Entregue-Lhe as tragédias de sua vida. Abra seu coração agora mesmo, e receba Sua cura enquanto oramos.
ORAÇÃO: Querido Pai, queremos entregar-Te nossa vida agora, e contemplar a Jesus Cristo, Aquele que tomou sobre Si as nossas feridas, todas as nossas enfermidades na cruz. Tu sabes o que temos passado. Sabes quão difícil é superar a dor. Mas precisamos de Teu toque de cura. Precisamos de Tua mão que consola. Então nos entregamos completamente. Tome-nos em Tuas mãos. Faça Tua obra em nós. Cria algo bom a partir desta tragédia. Tu és o Salvador. Só Tu pode nos resgatar deste mundo. Nós te pedimos isto em nome de Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.


Pr. Mark Finley

Os excluídos da igreja são excluídos do céu também?


Tratando de exclusão feito pela igreja fica este texto para meditar:

Pronunciando-se a respeito dessa realidade, escreveu a mensageira do Senhor:
"Unir-se à igreja é uma coisa, e estar ligado a Cristo é outra coisa bem diversa. Nem todos os nomes registrados nos livros da igreja são registrados no livro da vida do Cordeiro. Muitos, embora aparentemente sejam crentes sinceros, não mantêm viva a ligação com Cristo. Seus nomes foram arrolados. seus nomes foram inscritos nos livros de registro, mas a obra interior da graça não se operou no coração." - Testimonies, vol. 5, pág. 278.
"Nomes são registrados nos livros da igreja, mas não no livro da vida. Vi que não existe um entre vinte jovens que saiba o que seja a religião experimental." - Mensagens aos Jovens, pág. 384.
Ora, se nem todos os nomes registrados nos livros da igreja são registrados no livro da vida, é óbvio que nem todos os nomes excluídos do livro da vida, pois jamais constaram dele.
Vamos, portanto, que há ressalvas para que o que a Igreja liga ou desliga na Terra, ficando sua ratificação no Céu condicionada a um "assim diz o Senhor". Acreditar na incondicionalidade, nesse caso, equivale a crer que Deus sanciona tanto os nossos acertos como os nossos erros, o que é absurdo. Equivale também a pretender ditar normas a Deus, indicando-Lhe os que podem se salvar e os que não podem, o que é igualmente inadmissível, pois "Deus conhece os que Lhe pertencem". II Tim. 2:19.

O que nos interessaria saber agora, é como ter o nome escrito no livro da vida e sob que circunstâncias ele pode ser riscado de lá.
Segundo o Comentário Bíblico Adventista, no livro da vida são registrados os nomes de todos os que professam ser filhos de DeusOs que se afastam de Deus, e que em virtude de sua relutância em abandonar o pecado se tornam endurecidos contra a influência do Espírito Santo, terão seus nomes apagados do livro da vida, e serão destruídos". - SDABC, vol. 1, pág. 668.
Da declaração acima conclui-se que o pecado contra o Espírito Santo é que determina a exclusão de um nome do livro da vida (a relutância em abandonar o pecado, e o endurecimento do coração contra a influência do Espírito Santo levam o indivíduo a cometer o pecado imperdoável). Deduz-se também que a exclusão do livro da vida édefinitiva, isto é, determina a eterna perdição da pessoa.
Isto nos coloca diante de mais um caso em que o ser excluído da igreja não implica exclusão do livro da vida: quando a igreja age corretamente, mas a falta cometida pelo membro não representa pecado contra o Espírito Santo. Se uma pessoa aceita a Cristo como seu Salvador pessoal, é recebida na igreja pelo batismo, e depois, por algum motivo, é excluída, mas apesar disso continua sentindo o desejo de permanecer fiel a Deus, e de adorá-Lo congregado ao Seu povo, tal desejo deve ser considerado como evidência e que o Espírito Santo continua trabalhando em seu coração, e que o seu nome não foi apagado do livro da vida.
Pense também.




Se Moisés, Abraão e Davi tivessem vivido em nossos dias, e fossem membros da igreja, teriam sido, sem sombra de dúvida,excluídos - o primeiro por homicídio, o segundo por adultério, e o terceiro por homicídio e adultério.
E o que fez Deus? Riscou-os do livro da vida? Não. Deu-lhes antes oportunidade de arrependimento. Eles se arrependeram, e foram reintegrados no favor divino. Enquanto Abraão e Davi aguardam no pó da terra o cumprimento das promessas (ver Hebreus 11), Moisés já se acha fruindo vida eterna.
Por outro lado, pode-se dar também o caso de alguém cometer pecado contra o Espírito Santo, ser riscado do livro da vida, mas continuar constando no livro da igreja.
Disso não se deve inferir que a exclusão seja destituída de importância. Trata-se antes de uma medida disciplinar válida, utilizada pela igreja, para proteger suas normas e demonstrar publicamente sua desaprovação ao comportamento condenável. É também uma maneira de chamar a atenção do membro faltoso para a necessidade de redirecionar sua vida. "Tendo se corrigido e humilhado através da punição, o pecador pode ser novamente convidado a viver uma vida de virtude e fé. O objetivo da punição, por parte da igreja, nunca deve ser a vingança, e sim a recuperação do membro faltoso. O membro excluído deve ser objeto de profunda consideração por parte da igreja, e ingentes esforços devem ser feitos para promover sua recuperação espiritual." - SDABC, vol. 6, pág. 690.
Ora, se o objetivo da exclusão é recuperar espiritualmente o membro faltoso, não seria contraproducente afirmar categoricamente que o seu nome foi riscado do livro da vida?




Portanto não podemos agir como juizes absoluto do caso.

FONTE: http://megatomaz.blogtok.com/

Quem Pode Preencher o Vazio Interior?


Que naquele tempo estáveis sem Cristo… não tendo esperança, e sem Deus no mundo.
Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais
(Efésios 2:12; Jeremias 29:11).
Um rapaz agonizava na rua de uma grande cidade, ferido mortalmente, vítima de uma gangue rival. É um fato comum, mas sempre trágico e que suscita muitas perguntas. É angustiante pensar em milhares de jovens com suas vidas brutalmente ceifadas. Mas de onde vem essa violência? De más condições sociais e familiares? Como defendem alguns sociólogos, ela é a expressão do intenso sentimento de vazio? De onde vem esse desespero? O desespero nasce do esquecimento de Deus. Os seres humanos tentam a todo custo, e com qualquer coisa, substituir Deus.
A Palavra de Deus dá uma resposta a todas essas perguntas e constatações. Ela nos diz que “do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem” (Marcos 7:21-23). A responsabilidade de cada um está plenamente estabelecida; porém a Bíblia não se detém nesse diagnóstico. Também nos mostra o remédio: a graça de Deus. Temos de reconhecer nossas faltas e voltarmos a Ele por meio de Jesus Cristo. Então a esperança ressurge em nosso coração.
Sim, ainda hoje Deus quer nos dar uma profunda paz, a Sua própria paz. Quando conhecemos o Senhor Jesus por experiência, não apenas de ouvir falar, nossa vida adquire sentido e plenitude.

Por quem Jesus orou na cruz?

Você sabe por quem Jesus orou, “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34)? Em quem Ele estava pensando ou se referindo? A quem levava Ele em Seu coração?
Certamente que os soldados que executaram a Cristo na cruz não sabiam o que estavam fazendo. Esta não passava de uma das centenas de crucificações daquele ano. Eles não compreendiam que estavam pregando o corpo do Filho de Deus naquela cruz. Estavam participando do sacrifício universal pelos pecados do mundo todo. Se soubessem quem se encontrava naquela cruz, teriam tremido e fugido apavorados.
Que dizer de Pilatos e dos dirigentes judaicos? Sabiam eles o que estavam fazendo? Pilatos desconfiava… sua mulher parecia saber, e tinha medo. Seria a ignorância uma boa desculpa para os guias de Israel? Se cressem realmente que Jesus era o verdadeiro Filho de Deus, que teriam feito? Ah, aí está a questão. Teriam de renunciar a seu orgulho e segui-Lo.
Estava Jesus orando por seus discípulos e seguidores? Alguns haviam fugido. Judas o traiu; Pedro o negou. Os outros nada podiam fazer por causa do seu grande pesar. Não haviam eles ouvido Jesus falar do propósito de Sua morte? Pensavam eles que o fim havia chegado?
Jesus orou por todas as pessoas. Não temos desculpas. Sabemos quem Ele é e o que fez por nós, e ainda o crucificamos de novo muitas vezes todos os dias. Ele faz essa oração pedindo perdão em todas as circunstâncias, mesmo quando sabemos muito bem o que estamos fazendo.
Quando essa tremenda verdade nos apanha, tem cura a causa do motivo por que fazemos coisas que frustram seu propósito. O conhecimento do perdão, antes mesmo de o pedirmos, liberta-nos da necessidade de executar a coisa mesmo para a qual precisaremos de perdão.  O Senhor nos perdoa mesmo quando sabemos o que estamos fazendo!
Confie no perdão de Deus. Ele perdoa e esquece completamente o seu pecado, o seu passado. Deixe Ele levantar você. Deixe Ele transformar você completamente.

Fonte: http://novotempo.com/amiltonmenezes/

No caso de Lázaro, como pode um corpo depois de quatro dias voltar a viver?

No caso de caso de Lázaro, como pode um corpo depois de quatro dias voltar a viver? O corpo já estaria em decomposição. Isso inclui todos os seus órgãos. Pois todos sabem, o corpo físico precisa de seus órgãos para viver. No caso, acho que nem um milagre reconstituiria todos os órgãos do corpo humano?…
Em sua carta nosso amigo ouvinte demonstrou uma certa dificuldade em aceitar o milagre da ressurreição de Lázaro. Para concordar com esta posição, teríamos de admitir 2 heresias bíblicas: 1a) Que Deus não é Onipotente; 2a) Que Deus não irá ressuscitar os mortos.
Todo estudante das Escrituras sabe que Deus é Onipotente (Sl 91:1), ou seja, pode todas as coisas; para Jesus (que é Deus ? ver João 1:1-3) não seria nem um pouco difícil ressuscitar uma pessoa morta por 4 dias. Sabe também que um dia Deus irá ressuscitar os mortos do pó da terra: Os vossos mortos e também o meu cadáver viverão e ressuscitarão; despertai e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho, ó Deus, será como o orvalho de vida, e a terra dará à luz os seus mortos. (Isaías 26:19). Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. (Daniel 12:2). Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados?. (1 Coríntios 15:52). ?Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro (1 Ts 4:16).
Se Deus irá ressuscitar pessoas que morrem há milênios atrás (como por exemplo Adão), por que não iria conseguir ressuscitar Lázaro que estava morto apenas a 4 dias? A Bíblia é clara em afirmar que Deus não mente (Números 23:19); se Ele falou, é porque é assim. Nosso Criador não deve ser limitado por nossa concepção humana; Ele não é humano e portanto não possui a mesma limitação que nós a fim de fazer as coisas. Uma grande prova bíblica acera disto são os seguintes textos: Porque para Deus não haverá impossíveis em todas as suas promessas. (Lucas 1:37). Mas ele respondeu: Os impossíveis dos homens são possíveis para Deus?. (Lucas 18:27).
Um dos motivos pelos quais Deus realizou este milagre foi para que os judeus incrédulos passassem a crer em Jesus. Muitas vezes temos dificuldades em acreditar no poder de Deus por duas principais coisas: 1) Porque não conhecemos a Deus como deveríamos (precisa-se estudar mais as Escrituras, orar…) 2) Porque atribuímos a Deus as mesmas capacidades humanas.
Precisamos entender que Deus não depende de que haja a matéria a fim de criar ou recriar algo. Mesmo que alguém tenha tido sua perna amputada ou tenha morrido no mar, Deus poderá recria-lo do pó da terra (as Escrituras dizem que Deus transformará os vivos). Não importa se não existem mais resíduos da pessoa; o importante é que tenha algo (algum tipo de matéria) que Deus possa utilizar. Por ser Onipotente, se quiser Deus poder formar o homem até do vento, até formar alguém do nada!

FONTE: http://bibliaeaciencia.blogspot.com/

O inimigo de Deus conhece a Bíblia?

Os fatos e a Bíblia nos levam a crer que sim.

Os anjos foram criados dotados de inteligência e poderes sobrenaturais. O inimigo de Deus, com sua inteligência, conseguiu enganar a terça parte dos anjos do céu.
Sendo que ele já existia antes da Bíblia ser escrita e do ser humano ser criado, ele tem amplo conhecimento sobre estes.
Como um bom estrategista, ele busca conhecer as armas de seus adversários, assim estuda a Bíblia para poder distorcê-la e enganar os que não a conhecem verdadeiramente.
Em Apocalipse 12:9, ele é chamado de o “sedutor de todo o mundo”. Enganar e misturar a verdade ao erro é sua especialidade. E são muitas as formas como isso acontece:
No Éden, ao enganar Eva aparentando usar a Palavra de Deus (Gênesis 3).
Quando tentou Jesus no deserto (Mateus 4:6).
Ele engana alguns os fazendo acreditar que não existe, e para outros pinta um ser grotesco vermelho e com chifres, e aí quando ele aparece a essas pessoas elas acham que é um mensageiro de Deus.
Satanás é perito em citar as Escrituras, dando sua própria interpretação às passagens pelas quais espera fazer-nos tropeçar. Devemos estudar a Bíblia com humildade de coração, nunca perdendo de vista nossa sujeição a Deus.
As interpretações vagas e imaginosas das Escrituras, as muitas teorias contraditórias concernentes à fé religiosa, as quais se encontram no mundo cristão, são obras de nosso grande adversário para confundir o espírito de tal maneira que não saiba distinguir a verdade. E a discórdia e divisão que há entre as igrejas da cristandade são em grande parte devidas ao costume que prevalece de torcer as Escrituras, a fim de apoiar uma teoria favorita. Em vez de estudar cuidadosamente a Palavra de Deus com humildade de coração, a fim de obter conhecimento de Sua vontade, muitos procuram apenas descobrir algo singular ou original.
Com o intuito de sustentar doutrinas errôneas ou práticas anticristãs, alguns apanham passagens das Escrituras separadas do contexto, citando talvez a metade de um versículo, como prova de seu ponto de vista, quando a parte restante mostraria ser bem contrário o sentido. Com a astúcia da serpente, entrincheiram-se por trás de declarações desconexas, interpretadas de maneira a convir com seus desejos carnais. Muitos, assim, voluntariamente pervertem a Palavra de Deus. Outros, possuindo ativa imaginação, lançam mão das figuras e símbolos das Escrituras Sagradas, interpretam-nos de acordo com sua vontade, tendo em pouca conta o testemunho das Escrituras como seu próprio intérprete, e então apresentam suas fantasias como ensinos da Bíblia.
Quando quer que o estudo das Escrituras se inicie sem espírito de oração, humildade e docilidade, as passagens mais claras e simples, bem como as mais difíceis, serão torcidas do seu verdadeiro sentido. Os dirigentes papais escolhem as partes das Escrituras que melhor servem a seu propósito, interpretam-nas de modo a lhes convirem, e então as apresentam ao povo, ao mesmo tempo em que lhe negam o privilégio de estudar a Escritura Sagrada e compreender por si mesmos suas santas verdades. A Bíblia inteira deveria ser dada ao povo tal qual é. Melhor lhe seria não ter nenhuma instrução bíblica do que receber os ensinos das Santas Escrituras tão grosseiramente desvirtuados.
“...Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.” (João 8:44 RA)
Por conhecer as profecias, ele sabe que tem pouco tempo, desse modo procura agir com mais poder para impedir a salvação de muitos: “Por isso, festejai, ó céus, e vós, os que neles habitais. Ai da terra e do mar, pois o diabo desceu até vós, cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta.” (Apocalipse 12:12 RA)
Não há como satanás atingir a Deus, de forma direta; a única maneira de fazê-lo é prejudicando os Seus filhos.
Graças a Deus, porém, que na cruz ele foi derrotado. No Grande Conflito o inimigo de Deus já perdeu!
Alguém pode pensar, por que ele não destruiu a Bíblia?
Porque Deus não permitiu.
Deus tem preservado Sua Palavra, e jamais permitiria que satanás a destruísse, embora ele tenha tentado isso no decorrer da história (Apocalipse 11).
Uma das formas que Deus usou para preservar os livros de Daniel e Apocalipse foi utilizar símbolos, já que estes são livros que revelam toda a história do grande conflito entre o bem e o mal, e seus personagens principais.
Assim como Cristo venceu satanás no deserto com a Palavra de Deus, nós também o venceremos se seguirmos o conselho de Paulo aos Efésios:

“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.” (Efésios 6:11-18 RA)

O arrependimento de Satanás

   Será que satanás poderá se arrepender? Deus queria muito que isso tivesse acontecido, porém, segundo a Bíblia, Lúcifer foi tão longe que o coração dele já está endurecido pelo pecado.
Vemos isso em Apocalipse 20:7-9. O texto diz que, mesmo após 1000 anos de isolamento dele na terra (vazia – Jr 4:23-28), reunirá os ímpios ressuscitados para incentivá-los a “tomar” a Cidade Santa de Deus, que descerá do céu com os justos (cf. Ap 21:2. Eles terão ido para lá por ocasião da segunda vinda de Cristo – 1Ts 4:13-18)
Isso demonstra que o caráter dele não mudará e que, portanto, ele se afastou tanto de Deus que cometeu o “pecado contra o Espírito Santo”, registrado em Mateus 12:31, 32 e Marcos 3:28, 29 (Alguns estudiosos dizem que o “pecado para a morte”, em 1Jo 5:16, é este pecado).
É por isso que a Bíblia nos adverte, em Hebreus 3:13, a termos muito cuidado com a rebeldia, pois, se ela fez um “anjo de luz” (Is 14:12-14) ir longe demais (Ez 28:15-17), imagine o que poderá fazer conosco! Diz o texto de Hebreus: “pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado.”
Depois que ele foi expulso do céu (como lemos em Ap 12:7-9), ele já havia recebido todas as oportunidades possíveis. Por isso, quando foi jogado para a Terra (Ap 12:12; Lc 10:18), o destino dele já estava selado, pois, ele escolheu assim (afinal, Deus não “predestinou” Lúcifer para ele se transformar em diabo, não acha?)
Deus sempre dá uma segunda chance
Oportunidades não faltaram a Lúcifer. Podemos ter certeza disso. Afinal, a Bíblia ensina que “Deus é amor” (1Jo 4:8, 16), que Ele tem “prazer na misericórdia” (Mq 7:19) e que o Criador é “[...] Deus compassivo e cheio de graça, paciente e grande em misericórdia e em verdade”. Além disso, Ele se alegra em ver que o indivíduo, por mais perverso que seja, se converta e viva (Ez 18:23, 32).
Por isso, Ellen White pôde acertadamente escrever, sob inspiração Divina:
“Deus, em Sua grande misericórdia, suportou longamente a Satanás. Este não foi imediatamente degradado de sua posição elevada, quando a princípio condescendeu com o espírito de descontentamento, nem mesmo quando começou a apresentar suas falsas pretensões diante dos anjos fiéis. Muito tempo foi ele conservado no Céu. Reiteradas vezes lhe foi oferecido o perdão, sob a condição de que se arrependesse e submetesse.” (O Grande Conflito, p.p. 495, 496).
Deus nos dá as mesmas oportunidades para arrependimento e mudança de nossos conceitos religiosos equivocados, que podem nos levar à perdição eterna. Iremos aproveitar as oportunidades que o Espírito Santo nos oferece todos os dias?
“[...] Como diz o Espírito Santo: “Se hoje vocês ouvirem a voz de Deus, não sejam teimosos [...]” (Hb 3:7, 8, Nova Tradução Na Linguagem de Hoje).

FONTE: http://novotempo.com/namiradaverdade/

Mas porque EU, Senhor?


Eu faço tudo certo, sou um servo de Deus, oro, jejuo, leio a Bíblia, evangelizo, porque isso foi acontecer logo comigo? Pois é, tem vezes que sentimos o nosso coração ferido, ficamos tristes e parece que não tem solução. É como se nossos amigos, nossos pais e até mesmo se Deus tivessem nos abandonado. Não conseguimos entender porque isso está acontecendo em nossa vida, já que existem tantas pessoas que não fazem nada em prol do reino de Deus e parecem que estão mais felizes que nós.
Mas não meu amigo(a), não podemos deixar isso nos abater e tomar conta da nossa mente fazendo com que o nosso sorriso vá embora. Porque até quem serve a Cristo passa por problemas, isso mesmo, não pense que porque você aceitou a Jesus tudo vai ser mil maravilhas. Mas existe uma diferença, por mais que venhamos passar por tribulações como qualquer outra pessoa, sabemos que temos em nossa vida Aquele que pode realizar o IMPOSSÍVEL, e que tudo o que acontece é permissão Dele.
“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. João 16:33.
Se você está se sentindo triste, não sabe o que fazer, apenas chora e lamenta, vou mostrar alguns passos para resolver os seus problemas.
- Em primeiro lugar, ORE
Abra o seu coração para Deus, faça dEle o seu melhor amigo, conte tudo o que está sentindo, tudo o que está te aflingindo. Não existe ninguém melhor para você contar os seus problemas, pois Ele escuta a nossa oração. Se prostre diante Dele, chore, você não precisa ser forte o tempo todo, o que você precisa é ter fé.
“Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus, e faz a sua vontade, a esse ouve”. (João 9:31)


- Busque formas de estar mais a ligado a Deus, lendo a Bíblia e louvando.
A Bíblia é o manual do Cristão, ela tem respostas para todas as suas dúvidas, então se você está se sentindo confuso, não sabe o que fazer, busque respostas na bíblia, isso é o melhor que você tem a fazer. E através do louvor, você esta adorando ao Senhor, quando fazemos isso nos sentimos felizes e mais perto Dele.
Assistir televisão , navegar na internet em sites que não edificam ou pedir “conselhos” para pessoas que estão pior que você , não irá te ajudar em nada, é apenas perda de tempo.


- Aceite a resposta de Deus
Esse problema que está acontecendo com você é permissão de Deus, e com certeza, Ele tem uma solução pra isso e um propósito para tal situação. Mas nem sempre o que Ele preparou é o que você quer. Mas depois entendemos e vemos que a escolha Dele é o melhor para as nossas vidas.

- O choro pode durar uma noite, mas a alegria virá ao amanhecer .
As suas lágrimas podem ter sido muitas, mas a sua alegria será maior ainda. Quando o tempo da bonança chegar na sua vida, milagres acontecerão, vidas serão alcançadas e todos notarão a sua felicidade.


- Não desista, siga em frente
Nunca desista de lutar, entregue sua vida nas mãos de Deus, confie Nele e o mais Ele fará.
Que com esse post você possa entender que eu, você, todos nós, temos problemas em nossas vidas, mas mesmo assim a nossa alegria e a fé que temos em Cristo são maiores que todos eles.

Fonte: Guiame.
http://novotempo.com/radio/